pela liberdade de inspiração
libertinagem da respiração
libidinagem da fricção
liberalidade da liberação
e por que não
pela liberdade de expressão?
domingo, 27 de outubro de 2013
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Livre-se dos utopismos bárbaros
Das livres associações de ideias clandestinas
Dos distúrbios psicológicos
Dos eflúvios sociais banais
Livre-se do eu e do tu
Livre-se da escoria decadente dos direitos humanos
Dos direitos mundanos
Estes não precisam de direitos, eles são
Livre-se do livre arbítrio
Este não lhe cabe, ainda
Livre-se dos desejos de igualdade, fraternidade e o caralho
Alguns simplesmente só merecem se foder
Livre-se e seja livre de si
Porque nada desce redondo
Nada se sustenta senão na dor dos miseráveis
Moscas sobre essa grande merda social e egocentrada
Quebre o espelho
Quebre tudo
Não precisamos mais disso!
Das livres associações de ideias clandestinas
Dos distúrbios psicológicos
Dos eflúvios sociais banais
Livre-se do eu e do tu
Livre-se da escoria decadente dos direitos humanos
Dos direitos mundanos
Estes não precisam de direitos, eles são
Livre-se do livre arbítrio
Este não lhe cabe, ainda
Livre-se dos desejos de igualdade, fraternidade e o caralho
Alguns simplesmente só merecem se foder
Livre-se e seja livre de si
Porque nada desce redondo
Nada se sustenta senão na dor dos miseráveis
Moscas sobre essa grande merda social e egocentrada
Quebre o espelho
Quebre tudo
Não precisamos mais disso!
terça-feira, 21 de maio de 2013
O aroma verde da seiva do
cinamomo toca meu rosto a 60 km/h e se confunde com o cheiro de gasolina que
evapora do motor ardendo entre minhas pernas. Seu ritmo destila a gasolina em contratempos,
como a virtuose de algum jazz das periferias do passado Tum Tum dum Tum Tum...
O asfalto se desnuda lânguido,
sinuoso sob a luz parda do meu farol, mostrando suas curvas em ângulos
distorcidos que me embalam em sua mística força cinética... sinestesia...
vagalumes elétricos se esquivam entre os carros.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Consuelo vê seus sentimentos vandalizados no pudor
oblíquo dos dias desbotados
Amantes se tornam estranhos em dias como esses
E nem a doçura dos seus olhos alivia o amargo na língua
Seu espírito livre foi traído pela mediocridade do
destino
Esse velho estúpido e sem senso de humor
Nem mesmo o sorriso sarcástico de uma puta
Quebraria tal solenidade fúnebre e patética do destino
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
sábado, 3 de novembro de 2012
domingo, 7 de outubro de 2012
Marte
Abri mão de minhas armas
querido marte
e é assim que me recebes? Aniquilando meu amor.
É assim Marte, que se faz a glória?
Foda-se a sua glória. É no estômago que sinto sua dor e em meu pau
latejando a sua ausência
Marte, quantas mortes serão necessárias para você entender que te amo?
Quantos sonhos inacabados e quantas lembranças doloridas poderão iludir nosso trágico destino?
querido marte
e é assim que me recebes? Aniquilando meu amor.
É assim Marte, que se faz a glória?
Foda-se a sua glória. É no estômago que sinto sua dor e em meu pau
latejando a sua ausência
Marte, quantas mortes serão necessárias para você entender que te amo?
Quantos sonhos inacabados e quantas lembranças doloridas poderão iludir nosso trágico destino?
A lembrança de tuas ancas dilacera minhas ilusões de dias tranqüilos
Marte, as criancinhas já não são tão inocentes
elas se embriagam em festas de família e seus pupilos dão o cu em becos sujos para cafajestes recalcados
Marte, fudeu tudo e só agora, quando mais dependo de você, é que me diz que acabou tudo?
Vá a merda com sua filosofia holística, ao caralho com sua religião tábua de salva vidas
Eu quero é ver meu espirito em gozo celestial, nosso espirito em êxtase copulando na sacristia decadente dos puristas
Marte marte, senhor da guerra
Você tinha que ser tão incisivo
tão impiedoso?
Marte, as criancinhas já não são tão inocentes
elas se embriagam em festas de família e seus pupilos dão o cu em becos sujos para cafajestes recalcados
Marte, fudeu tudo e só agora, quando mais dependo de você, é que me diz que acabou tudo?
Vá a merda com sua filosofia holística, ao caralho com sua religião tábua de salva vidas
Eu quero é ver meu espirito em gozo celestial, nosso espirito em êxtase copulando na sacristia decadente dos puristas
Marte marte, senhor da guerra
Você tinha que ser tão incisivo
tão impiedoso?
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Duas da manhã e o álcool queima
ainda mais em meu juízo volátil. Dormir é uma coisa desesperadamente absurda e
não há absolutamente nada pra fazer nessa cidade deserta e moribunda. Entendo agora
o suplício dos loucos ao despontar da lua no horizonte e a libido insaciável
dos maníacos. Entendo a febre espreitando como sombra a inquietude dissonante
da noite profunda. A cidade arma seu cenário em um teatro de sombras e abre suas entranhas para prazeres
desconhecidos. Corre a máscara do fauno em mãos vacilantes desenhando sorrisos
violentos em lábios inflados de desejos dissimulados e escárnio. Oh como somos
todos vítimas dessa tão infinita busca.
sábado, 21 de julho de 2012
sábado, 14 de julho de 2012
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